quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Pano de tabuleiro


Uma amiga desafiou-me a fazer uns panos de tabuleiro para oferecer pelo Natal, de início resisti à ideia, mas ontem resolvi experimentar.

Decidi experimentar fazer quadrados, mas tive alguns problemas, isto porque os tecidos que escolhi e tinha disponíveis nas cores que pretendia, são muito diferentes, alguns não são 100% algodão e comportam-se de forma diferente isso reflecte-se no acabamento mas, apesar de tudo acho que ficou aceitável.

Como me sobraram alguns quadrados de tecido resolvi fazer uma cesta para o pão, mesmo assim ainda tenho umas tiras e uns quadrados que vou cose-los aleatoriamente e fazer uma bolsa/taleigo para guardar o pão que restar no final da refeição mas isso fica para mostrar noutro post.

Fui à horta



Mangericão, hortelã e cebolinho (que não está na foto) plantados por mim. Os pimentos da sogra e o louro do cunhado e só não trouxe couves porque ainda não comprei a máquina para a cortar em caldo verde.

Que pena não nos deixarem lá fazer uma casa para poder estar mais perto e cuidar melhor desta horta.

Cebola doce

Na Feira de Sta Iria é onde todos os anos compro as cebolas novas mais saborosas. Desta vez 3 réstias de tamanhos diferentes. Grandes para sopas, ratatouille,caldeiradas e afins, médias para saladas e pequenas para os assados.

domingo, 24 de outubro de 2010

Bolachas de funcho


Há sempre uma 1ª vez para tudo e hoje foi a vez das bolachas. Faço sempre biscoitos, SSS, Laços, ou torcidos, bolachas nunca tinha feito achava que dava muito mais trabalho mas, é quase a mesma coisa.




Redondinhas cortadas com um copo, e uma dúzia delas com forma de esquilo, ouriço, raposa, etc.,para experimentar as formas que há algum tempo comprei na IKEA.




A receita foi feita a "olho", farinha, açúcar, ovos, azeite, um pouco de leite, uma pitada de sal e funcho da horta da família apanhado esta tarde e cuja existência desconhecia.



À espera de irem para o forno.

sábado, 23 de outubro de 2010

Dióspiros


São deliciosos.
Em criança era a única fruta de que não gostava até me arrepiava quando via a minha avó deliciar-se com eles. Não me lembro de como comecei a gostar mas foi certamente com o V. que se "pela" por os comer. Hoje, sou fã mas têm que estar muito maduros e serem de preferência algarvios, são de facto os melhores.