sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Novos livros



Tenho seguido este blog gosto da fotografia e das sugestões da Mila.

Pelo que tenho lido também ela é principiante nestas andanças das costuras e do patchwork , há dias dizia ela que este e este eram dos melhores livros de crafts que tinha adquirido não resisti a acabei por encomendar os dois. Já os folheei e considero que foi uma boa compra.

Bom fim de semana.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Flores


Estavam a começar a florir quando os comprei, como eram bastantes coloquei-os dentro desta terrina que é grande.

Os dias têm estado solarengos e rapidamente cresceram e floriram. Hoje de manhã estavam todos tombados e dobrados com o peso.



Tirei-os da terrina endireitei-os com palitos para espetadas e coloquei cada um dentro de um bule e voltaram para cima do móvel que guarda parte dos meus utensílios de costura. Não gostei muito e mudei.






A leiteira com jacintos brancos foi fazer companhia ao lírio para cima do piano.



A fruteira voltou ao sitio do costume e continua na companhia dos jacintos.



E a tulipa encontrou lugar no meio das caixas de chá e da máquina do café.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Quadrados de lã ou Granny Squares?


Cresci entre linhas e agulhas de croché, durante anos vi a minha avó fazer toalhas, colchas, naperons, botas de bebé, babetes, etc.,para lojas, as suas peças eram lindas e perfeitas. A minha mãe também fazia croché muitíssimo bem feito também ela fez imensas peças para o seu enxoval e para a casa, a última peça que fez foi uma toalha para a minha filha.

Eu tal como noutros trabalhos manuais em que elas eram peritas nunca quis aprender, acho que fui vítima das teorias dos anos 60 que achavam os Lavores uma arte demodê. Perdi uma fantástica oportunidade de aprender com quem dominava na perfeição estas artes, mas nada está perdido.

Andar de blog em blog tem este efeito contagiante, depois de ver em vários blogs mantas, almofadas feitos com estes quadrados de lã fiquei curiosa e decidi experimentar.

A última e única vez que agarrei numa agulha de croché tinha 10 anos, ou seja há 40 anos atrás, e foi uma tentativa falhada da minha mãe e avó me ensinarem a arte de fazer toalhas e naperons, nessa altura fiz um naperon de buraco e cheio em linha branca com uma barra bordeaux ( acho que ainda o tenho guardado, tenho de procurar para vos mostrar), a minha experiência com o croché ficou-se por essa tentativa até ontem.

Depois de ver alguns tutorias aqui na net e ter pedido umas dicas à minha sogra, agarrei nas lãs e na agulha e comecei a fazer. Curiosamente descobri que ainda me lembrava, e o ditado confirmou-se: " Quem sabe nunca esquece".

Agora ando a fazer quadrados de lã, ainda não sei o que irei fazer com eles mas não importa o que importa é que estou entretida.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Para a tia R.



As flores são uma paixão.
Fazer grandes arranjos não é novidade já os fiz para ocasiões várias, vernissages, espectáculos, festas,etc.
Há uns anos, não me lembro quantos, 3, 4 será? fiz imensos ( cerca de 40) para o casamento de uma prima. Foi o casamento mais divertido a que assisti até hoje, os convidados e família vieram dos quatro cantos do Mundo como era um casamento bilingue teve que ter (exigido por lei) tradução simultânea. Esta foi feita pelo maior amigo da noiva um dos maiores actores portugueses da actualidade, foi hilariante vê-lo perdido de riso ao ver-se ser casado com a noiva e com o noivo ao mesmo tempo, ele tinha que dizer exactamente as mesmas palavras que os noivos, foi super divertido jamais esquecerei.
Foram imensos os elogios que recebi pelo trabalho que fiz com as flores, fiz os arranjos das mesas de jantar, da mesa dos noivos ( era enorme tinha 1,50m de comprimento), das salas da quinta da tia R. e do altar onde os noivos se casaram.
Agora, passados estes anos, a sogra da noiva residente em Hong Kong, pediu que fosse eu a fazer uma cesta com champanhe, chocolates e flores para oferecer à tia R. como presente de aniversário.
Não pude recusar, apesar de nunca ter feito nenhuma.




Uma cesta grande, esponjas, tulipas, lírios, astromélias, coroas imperiais e folhagem vária, três caixas de chocolates e uma garrafa de champanhe ( a que está nas fotos é de cidra e serviu de modelo, amanhã antes de entregar a cesta à aniversariante no seu lugar irá o verdadeiro champanhe).



Retirei os chocolates das caixas e pu-los todos num saco de celofane com um laçarote.



A maior dificuldade que tenho em fazer este trabalho é na quantidade de flores que tenho que comprar para que o arranjo resulte.
Não sou uma florista com flores à disposição que vai tirando uma depois outra à medida que vai fazendo o arranjo.
Faço um esquema simples em papel e contabilizo aproximadamente as flores que vou precisar depois rezo para que não me falte nenhuma ou não se partam para não ter de sair a correr e ir comprar mais.



Aqui um pormenor da parte de trás da cesta

Que lhes parece? gostam? será que a tia R. vai gostar? quero acreditar que sim.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Tigelas


Sempre gostei de guardar algumas das peças que me viram crescer, estas tigelas são exemplo disso. Trouxe-as de casa das minhas avós, tias e mãe.
As maiores eram usadas para a marmelada as mais pequenas para beber o café.



Esta é a que gosto mais por ter tampa acho-a fora de vulgar, infelizmente está partida e colada com cola. Um destes dias mando-a restaurar.



Esta viajou várias vezes de casa da minha avó para a minha com marmelada coberta de papel vegetal rendilhado na borda.



Esta também era usada para a marmelada.



Em casa das minhas tias e da minha bisavó usavam-se estas para beber café. Eu adorava o cheiro do café acabado de fazer e pedinchava sempre para me deixarem beber uma taça. De vez em quando tinha sorte e lá tinha a minha tigela de café fresquinho, mas fraquinho, onde eu podia molhar a fatia de pão com manteiga deixando a flutuar bolhas de gordura.