terça-feira, 6 de junho de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
O talego da tia Lena
A tia Lena quer levar o talego à mesa com o pão dentro por isso, pediu-me que o fizesse um pouco mais largo que o habitual.
Dei o meu melhor como é hábito, mas quase a terminar apanhei um susto enorme.
Ontem, fiz uma fralda com tecido aplicado onde usei tela termocolante, num descuido passei para a tábua de passar a ferro um pouco dessa tela. Hoje não me lembrei do que tinha acontecido e como a cola é transparente não reparei, quando fui passar o linho bordado antes de montar o talego a cola colou-se ao bordado e manchou-o ligeiramente, limpei o melhor que consegui mas ainda se nota ligeiramente. Depois de quase 15 horas de trabalho acontecer uma destas não é fácil.
Apesar de não estar a 100% espero que a tia Lena goste dele.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Tesouros reciclados III
Como os naperons dos posts anteriores também esta toalha de rosto em linho estava cheia de pequenos buracos de desgaste por excesso de uso.
Cortei a pontas cujas partes estavam bastante aceitáveis e juntei-as. Para o forro, usei um tecido de algodão de florinhas azuis.
De uma toalha de linho antiga nasceu mais um talego .
Gostam?
Tesouros reciclados II
A renda deste naperon, estava rota em vários sítios, e como podem ver na foto, tinha no centro um buracão.
Custa-me muito deitar coisas bonitas fora, por isso, tentei dar uma nova reutilização a este naperon.
Cortei as pontas, cujo tecido estava sem buracos cosi-os sem a renda, pois esta estava toda desfeita.
Fiz um forro vermelho de forma a realçar o bordado aberto do tecido e usei um tecido de flores para fazer o folho e desta forma nasceu .... mais um talego.
Com os restinhos que sobraram, ainda consegui fazer uma bolsa de alfazema.
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
Tesouros reciclados
Cresci vendo estes naperons em cima dos móveis nas casas da familia. Lembro-me deles ainda em casa da minha avó, mais tarde em casa da minha mãe e por fim também os usei em minha casa.
Acho o desenho lindíssimo apesar de ser simples e até muito fácil de bordar.
O centro era em pano branco, a barra era azul a combinar com as flores, mas de tanto serem lavados, já mal se notava a cor.
Se fizer as contas, vejo que têm quase 100 anos de uso intenso.
Apesar de estarem cheios de buracos, e de terem o pano muito delido (nas fotos não se consegue ver bem mas estavam cheios de pequeninos buracos), não os conseguia jogar fora.
Espaço, é coisa que não abunda por aqui, e hoje fiz uma escolha dos panos e paninhos que ao longo dos anos herdei. Não consegui livrar-me de muitos mas, os que estavam em mau estado tive de eliminá-los, no entanto não consegui jogar estes fora sem antes tentar dar-lhes novo uso.
Não foi fácil cortá-los no entanto, dos bocados que estavam em melhores condições ainda consegui fazer umas bolsas de alfazema.
Não sei quanto tempo mais irão durar, pois o pano está muito frágil, mas desta forma ainda vou continuando a deliciar-me com os bordados que a minha avó fez há quase 100 anos.
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