quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Manta wonky

Quando tirei esta foto estava muito feliz, tinha começado estes blocos sem saber como os ia usar.
Aproveitar retalhos cosê-los aleatoriamente sem preocupações só por gozo foi o principal objectivo inicial.
Fui fazendo e fui gostando do resultado, a ideia de os juntar para fazer uma manta começou a fazer sentido. Pensei usar vermelho para os juntar mas o branco acabou vencendo. Da mesma forma que não usei tecidos por cortar, também o tecido branco um simples pano de lençol 100% algodão, que uso para forrar os taleigos foi a opção, afinal isto era um treino.




Aqui já estava a manta e o back quilt cortado só faltava mesmo esticar aplicar os alfinetes para manter direito e começar a coser/quiltar.

Estiquei o pano de trás/backquilt depois de passado a ferro e prendi com fita cola sobrepus a manta e em cima desta o top quilt. Apliquei os alfinetes de ama e depois de concluída esta etapa liguei a máquina e comecei a coser. Um desastre, não consegui fazer um único pesponto regular e direito, o tecido nas uniões franzia. Quase chorei de raiva porquê ? se segui todos os passos que os tutoriais ensinam. O que fiz de errado? a raiva era tanta que não parei continuei a coser, afinal esta era uma experiência, desde o princípio que tinha assumido isso.




Onde errei? deve haver alguma técnica para fazer deslizar a manta de forma a que ela não prenda e o ponto corra normalmente, porque franziu? Eu sei que estou a usar uma máquina de super mercado, sei que não tenho calcador mas se a Margarida consegue porque não consigo eu?

Estive quase para jogar tudo fora. Mas não, arrumei tudo dobrei e quem sabe se com paciência consigo descoser os imensos pespontos tortos que a raiva não impediu que cosesse e volte a tentar.

Biscoitos


Hoje está frio e chove talvez por isso me tenha apetecido fazer biscoitos, já há algum tempo que não fazia e cá em casa já reclamavam.
A receita mais uma vez foi a olho mas, mais grama menos grama, foi assim: 5oogr farinha para brioche; 200gr de manteiga; 100gr de açúcar; 2 gemas de ovos e um pouco de leite para ligar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os crepes do Mr T.


Os meus filhos não se cansam de me pedir para ter muito cuidado com as referências que lhes faço aqui no blog.
Sou uma gralha, falo pelos cotovelos e por vezes falo de mais, daí que eles constantemente me avisem para ter cuidado com o que escrevo. Como me limito, quando os refiro, a escrever a inicial do nome, ontem o T. exigiu que o tratasse por Mr.T ( hehehe) daí o título deste post.

Ontem mostrei o fantástico chesse cake, hoje mostro os famosos crepes do Mr.T.

São finos bem cozinhados e super saborosos, cá em casa comemos crepes doces e salgados.
Os salgados recheados com pasta de atum, frango cosido, legumes, etc. Os doces, com gelado e cobertos de chocolate quente, com açúcar e canela, mel, ou com compota.

Este foi o meu pequeno almoço, chá verde e um crepe com compota de framboesa, nham! nham!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cheese cake


Tinha dois anos e meio quando comecei a sentar o T. no balcão da cozinha enquanto eu cozinhava. Mostrou-se sempre curioso, como foi sempre muito responsável cedo lhe passei a batedeira para as mãos e começou a fazer bolos. Aos 6 anos já conseguia fazer um bolo sozinho.

Um dia ensinei-lhe a fazer crepes, cá em casa gostamos de fazer refeições de crepes com recheios salgados acompanhados de saladas que terminam invariavelmente com os mesmos barrados com doce, mel, ou gelado coberto de chocolate quente.
Aperfeiçoou a técnica e a receita, e ninguém os faz melhor do que ele. São famosos os crepes do T. entre os amigos dele e os meus, que assim que se inicia a época balnear começam a acedia-lo para uma noite de crepes com gelado e chocolate. São dezenas as unidades que tem de fazer para a malta toda e seguramente quase duas horas ao fogão para agradar ao imenso grupo de amigos que temos.

O cheese-cake foi outra das receitas que ele foi apurando até chegar a esta, não me perguntem como é, eu própria não sei, ainda não ma deu, é segredo. Um segredo que tem uma enorme vantagem, assim só como quando ele o faz e garanto-vos uma destas fatias não me satisfaz, no mínimo são duas de cada vez.

Os ingredientes têm de ser de qualidade e de determinada marca, caso contrário o resultado final não é o mesmo, este o único segredo que conheço, depois o doce que se coloca por cima varia mas este de amora tem ganho vantagem sobre os outros.



Ele cozinha de tudo um pouco e bem mas não pensem que o faz regularmente, fá-lo quando precisa e quando lhe apetece embora a comida da mãe tenha sempre algo que pudesse ter sido feito de forma diferente vai dando jeito estar pronta à hora das refeições.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ainda quente


Que me perdoe o colesterol, mas não resisto a uma fatia com manteiga dos Açores assim que o acabo de fazer, conseguem ver o fumo que ele deita?

Este é feito com farinha de soja uma descoberta do V. no Continente, à qual acrescentei sementes de girassol e de linhaça.

***
Cholesterol forgive me, but I can not resist a slice with butter from Azores so . Can you see the smoke? it's still hot.

This is made with soy flour to which I added sunflower and linseed seeds.




Não precisa barrar ela derrete com o calor.

***
It's not necessary spread the butter it melts with heat.