quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Uma ida à Capital


Da Rua da Betesga tem-se uma vista privilegiada para o castelo.



É mais que óbvio, que nesta fase do campeonato, as minhas visitas à Capital fazem-se à volta dos trapos.
Estes são as novas aquisições feitas na Dotquilts da Belém, que amanhã fará o favor de me tirar algumas dúvidas sobre as técnicas do Patchwork.



Não sei se por ter gostado tanto da cor da fachada deste Hotel este tecido encantou-me.


Na Rua do Ouro há uma loja onde dou sempre um salto para ver as novidades, tem tecidos de algodão com padrões bonitos e a preços simpáticos, e claro não resisti...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Para aquecer


Numa semana triste em que o frio e a chuva não ajudam a levantar a moral, a inspiração anda um pouco em baixo.
Mas, se quando me iniciei nestas artes um dos propósitos foi desanuviar e combater o stress, não era agora que desistia. Ontem agarrei numas tiras de tecido que tinha cortado para mais umas tentativas de blocos de patchwork e sem saber bem o que fazer fui cortando cosendo e no final tinha novamente uns pedaços de tecido com medidas suficientes para fazer qualquer coisa.

Ainda ponderei fazer mais umas capas para proteger livros mas optei por fazer almofadas de aquecimento.


A 1ª que fiz e que está a uso há algum tempo,foi cheia com arroz, estas já foram feitas com trigo e



alfazema. Há quem lhes chame almofadas terapêuticas, almofadas de cereais, eu prefiro chamar-lhes almofadas de aquecimento pois é essa a sua função, embora perceba a terminologia "terapêuticas" pois, podem usar-se para aliviar as dores nas costas e nas contracturas musculares.

Tive conhecimento desta técnica, através dos blogs que leio.Para aquecer a cama sempre usei a botija de água quente, para as minhas maleitas musculares já usei vários modelos, alguns deles, comprados em lojas de artigos hospitalares, e bem caras por sinal.


De início fez-me confusão como é que isto funcionava, tinhas dúvidas, precisava de saber de quanto tempo seria necessário colocá-las no microondas e em que potência. A este respeito questionei algumas bloggers e não sei se com medo da concorrência ou se por falta de oportunidade não obtive resposta. O meu receio era colocar a almofada no microondas e pô-lo a arder. Mas a minha vizinha Margarida esclareceu-me as dúvidas, 3 a 4m na potência máxima, eu ponho 5m pois sou muito friorenta e gosto das coisas a ferver.

E porque gosto de partilhar não tenho medo da concorrência e tenho oportunidade hoje explico como as fiz.

Na foto de cima podem ver que fiz uma almofada de tecido de algodão branco que enchi com cerca de 800gr de trigo e alguma alfazema.


Depois enfiei-a dentro de uma outra, mas desta vez com padrão e cor para ficar com um aspecto mais bonito e cuidado,para fechar a capa usei um pesponto largo. O mais correcto seria ter feito uma almofada tipo envelope, para ser mais fácil retirar a forra para lavar, mas como é para uso caseiro rapidamente a descoso e volto a coser ou até se me apetecer acrescento um pouco de tecido e faço o envelope. Ontem acabou por ficar assim.
A paciência não era muita.



Como há 3 camas cá em casa e já tinha uma almofada destas, resolvi fazer mais duas.

Esta deu-me muito gozo fazê-la pois quando a comecei, estava desmotivada,sabia que queria estar ocupada ao serão mas não sabia bem o que fazer, e sem objectivo nenhum fui cortando e cosendo restinhos e tiras de tecido.



Esta face da almofada, foi a parte mais divertida, onde agarrei em quadradinhos de tecido e fiz triângulos minúsculos e tiras fininhas que cosi a tiras e quadrados de tecido liso, sem preocupação de fazer padrão ou simetria. Agrada-me bastante o resultado.

Se alguém estiver interessado em ter alguma destas almofadas diga que as farei com prazer, são uma excelente forma de aquecer os pés sem ter que queimar as mãos ao encher a botija.Para enviar pelo correio há que ponderar pois como pesam 800gr os portes serão cerca €4.50.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Bebé


A Rita tem uma amiga nova, acabadinha de nascer, como gostou muito da oferta que lhe dei quando nasceu, resolveu encomendar-me uma Jovévinha...



Uns babetes...


e uma fraldinha, uma nova experiência com resultado aceitável.


A inspiração não foi muita num dia triste em que perdi uma amiga que vi crescer e cujo sorriso irei lembrar para sempre, pois nunca lhe vi outra expressão.

Descansa em Paz Leninha.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A vendedeira


Embora não seja novidade este tipo de escultura continua a agradar-me.

Esta é uma homenagem que a cidade de Loulé faz às vendedeiras da Serra Algarvia.
Na cesta pode ver-se batata doce e na caixa as doces laranjas algarvias.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Dia de S. Valentim


Um Bom dia de S. Valentim a todas/os que por aqui passam.

Como já sou um bocado "cota" quase a atingir o cinquentenário, posso afirmar que a troca de presentes, chocolates ou programas românticos é uma tradição muito recente por cá. Nos Estados Unidos e países do Norte da Europa esta tradição é bastante mais antiga e por aquilo que tenho lido, nesses países trocam-se presentes entre quem se gosta independentemente, de ser ou não, uma relação amorosa. Para mim faz mais sentido comemorar o Amor que o dia dos namorados isto porque o AMOR abrange todos de quem gostamos.

Penso que em Portugal esta recente tradição tem muito a ver com a globalização e muito bem aproveitada para o negócio.

Curiosamente no Brasil o Dia dos Namorados comemora-se a 12 de Junho.

Contudo as comemorações vêm desde os Romanos deixo-vos um pouco da...

História
O Dia dos Namorados é celebrado naquele que até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro.

As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades, normalmente um mês. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data.

A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.

Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter à religião de Claudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu valentim» (em inglês, «from your Valentine»), antes da sua execução, também em meados do século III..


Nesta lenda, a conotação do dia e do amor que ele representa não se relaciona tanto com a paixão, mas mais com o «amor cristão» uma vez que ele foi executado e feito mártir pela sua recusa em rejeitar a sua religião.