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domingo, 8 de novembro de 2009

Objectos de escrita VI

Para terminar o tema "objectos de escrita" vou mostrar-lhes o ex-libris desta pequena colecção.
Não sei como é que ela foi parar às mãos dos meus avós, provavelmente foi oferecida ao meu avô nalguma remodelação do escritório onde trabalhou durante anos.
O V. sempre lhe achou muita graça e a minha avó ofereceu-lha como presente de final de curso.



O papel enfia-se no rolo ( aqui na vertical)




Só tem uma tecla para escrever, procura-se a letra pretendida na barra horizontal e para imprimir a letra pressiona-se, mas já tem maiúsculas e minúsculas.




Presumo que devia ser rápido escrever com esta máquina, pois tem campainha para avisar quando o papel está a chegar ao fim.




Ainda tenho a caixa original, mas está muito degradada e a precisar de restauro, quem sabe um dia encontre alguém capaz de o fazer correctamente.

Espero que tenham gostado de  viajar no tempo com estes objectos.

Da próxima vez que fugir às costuras dou-lhes chá...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Objectos de escrita V



Este manual de caligrafia foi usado pelo meu pai quando andou na Escola Industrial e Comercial de Faro, no curso de contabilidade.
Com este manual aprendeu a desenhar letras e imagino que deva ter sido um excelente aluno, pois tinha uma caligrafia Linda.
No último escritório onde o meu pai trabalhou ainda existem os livros de contabilidade todos escritos a tinta permanente com a parker 51. Também estes dariam grandes manuais de caligrafia.








Estes tesouros para além de fazerem parte da história da família ainda foram muito úteis à R. no seu curso de Design de Comunicação.




terça-feira, 3 de novembro de 2009

Objectos de escrita IV



Eu adoro escrever com lápis.
Hoje, mostro-vos uma caixa de lápis que veio de casa dos meus avós cuja forma e grafismo acho deliciosos.



É enorme a diferença entre as embalagens de hoje e as de ontem...

domingo, 1 de novembro de 2009

Objectos de escrita III

O meu pai sempre escreveu com canetas de tinta permanente, raramente o vi escrever com esferográfica.

Muitas foram as canetas por ele usadas, mas a caneta que ele mais usou e da qual tenho melhor memória foi uma Parker 51.
Infelizmente já não a tenho.


Mas tenho este conjunto original da Parker 51, que tem uma caneta igual e uma lapiseira.



Este conjunto foi trazido dos Estados Unidos e oferecido ao meu pai por uns tios, os mesmos que já lhe haviam oferecido a caneta que o V. fez favor de perder.
O Sr. professor adora canetas, em determinada altura resolveu usar a caneta do meu pai, era giro assinar o livro de ponto e fazer o sumário a caneta de tinta permanente com tinta castanha.
Achei que estava em boas mãos e que continuava a função para a qual tinha sido criada, escrever, enganei-me. Usou-a durante bastante tempo até que um dia a deixou, provavelmente no mesmo sítio onde perdeu dezenas de outras.



Este conjunto também acho muito bonito e a marca? Três acentos circunflexos???
Ainda procurei no Google mas não consegui encontrar referência alguma a esta marca.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Objectos de escrita II


Escrever com estas canetas não seria fácil mas o seu design é de uma beleza fantástica.São de uma delicadeza e fragilidade enorme. Se as canetas tinham um desenho fantástico, os tinteiros não lhes ficam atrás. Nos de vidro e prata podemos encontrar trabalhos muito bonitos.

Os frascos da tinta também têm formas muito bonitas e o grafismo dos rótulos é muito interessante.




Não sei se esta caixa da Pelikan era na sua origem, uma caixa de aparos, mas estes sempre aqui estiveram guardados desde que a conheço.




É muito bonita a forma deste frasco não é?



Nos anos 50 não havia secretária que não tivesse um conjunto destes a maioria deles nunca foram usados mas este sim.
Apesar do tinteiro nunca ter sido usado o mata borrão foi, pois como o meu pai escrevia sempre com a sua Parker 51 e  usava-o para ajudar a secar o que acabara de escrever.
A pena foi recentemente usada pela R. na faculdade.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Objectos de escrita

Há pouco mais de dois anos computadores, net, blogs e flickr eram apenas palavras que ouvia sem nada de concreto me dizerem.
Era um mundo completamente desconhecido.
Hoje, estou um pouco menos às escuras mas, neste universo da informática e da Internet ainda ando de vela na mão.
Hoje a maioria das crianças portuguesas usam o " Magalhães" lápis e canetas estão quase a ser relegadas para 2º plano.
Mas nem sempre assim foi!



Este estojo, acredito, terá feito as delícias da minha bisavó .
A delicadeza da pintura, e o pormenor da caixa forrada mostra o quão precioso era este artigo na época.




É um estojo de escrita onde nada falta: A caneta de aparo com o respectivo tinteiro a lapiseira, a borracha e....
Já é muito muito velhinho e falta-lhe uma peça, não faço a mais pequena ideia o que seria e qual a sua função.