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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Generosidade em Paz








































Há muito que acompanho o trabalho da  Graça Paz, gosto do que pinta, do que escreve, do que constrói, do que fotografa mas a cima de tudo do que mais gosto é do seu sorriso.

Há dias enviei-lhe um email onde  manifestei o desejo de ter uma peça dela sob duas condições: que não fosse uma peça grande, por falta de espaço e que não fosse muito cara porque os €€€ andam escassos.

A resposta dela não podia ser mais inusitada: Manda-me a tua morada pois faço questão de ta oferecer ainda recusei mas de nada serviu.
Ontem, o carteiro deixou-me não uma, mas duas obras da sua  Arte.

Foram fotografadas assim que as abri mas quando tiverem no lugar que merecem fotografá-las-ei de novo.

A gestos destes chamo Generosidade. Obrigada Graça, ADOREI

Bem Hajas.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Escultura Pública

















Para quem gosta de escultura pode e deve visitar o trabalho do escultor.............no jardim.........em Silves.




segunda-feira, 29 de abril de 2013

Graffiti



Eu gosto de Graffitis e este, que descobri por acaso, relata um pouco do que foi o meu fim de semana.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Dia Mundial da Saúde Mental













































Foi com Arte que se comemorou o Dia Mundial da Doença Mental em Faro .
Parabéns pela iniciativa.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Da Zélia e do Ricardo


A Zélia é uma criadora genial, mas é o seu fascínio pelo tricot que inspira o César nas ilustrações.

Quando criou estes alfinetes a Zélia jamais imaginaria que alguém os colocasse numa parede, ao invés de uma qualquer lapela de casaco. Emoldurá-lo e colocá-lo na minha Art Wall foi a minha opção.




A minha parede também ganhou mais uma ilustração do Ricardo, esta foi-me gentilmente oferecida por este genial ilustrador, obrigada mais uma vez Ricardo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ilustrações


Finalmente emolduradas.

São poucas as paredes livres cá em casa, esta era a única livre e assim se encontrava desde as últimas pinturas do último verão. Nessa altura resolvi retirar a colecção de pratos antigos da parede por uns tempos, isto porque, de cada vez que precisava lavar as paredes era um desafio, ou melhor, uma gincana entre as dezenas de pregos.

Agora serve de abrigo à minha colecção de ilustrações de artistas que tenho descoberto nas minhas aventuras na net, como já aqui referi .

Em breve será adicionada mais uma que espera por mim aqui bem pertinho no atelier da Joana Rosa Bragança.

domingo, 28 de março de 2010

Joana Vasconcelos II


Contaminação é o nome desta imensa peça da Joana Vasconcelos.



São metros e metros de tecidos com várias cores e texturas interligados entre si com aplicações várias desde botões a lantejoulas...


São rosetas em croché multicolores, são naperons, são lãs tricotadas de formas e cores várias...



Metros de rendas, fitas, folhos, galões ....



Formas estranhas de tamanhos XXL, que nos fazem lembrar coisas várias, tantas quantas a nossa imaginação queira....



Anémonas ? polvos? corais?



tentáculos? arlequins?



Cor, vida, movimento, alegria, natureza.....



Algodão , nylon, lã, linha, tafetá, cetim....



Eu estive lá!


Grande, enorme, escala, XXL, fantástico, soberbo, lindo, inusitado....



Tanto para dizer de uma peça FANTÁSTICA!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Joana Vasconcelos


Há muito que acompanho o percurso da Joana Vasconcelos acho fabulosas a maioria das suas criações, digo maioria porque também tem peças com as quais não me identifico.
Nestas coisas da arte sou muito intuitiva, gosto ou não gosto, nada tem a ver com o rigor técnico pois sobre esse não tenho conhecimentos suficientes para opinar, mas com concepção estética acho que posso e devo opinar, defendo que gostos não se discutem.



Nesta exposição no CCB estão lá expostas duas das suas criações mais emblemáticas.

Os gigantescos "Corações Independentes" criados com talheres de plástico coloridos ( vermelho, laranja e preto) que nos seus 3,70m nos levam até ao mundo da Filigrana Portuguesa, nos recordam a Grande Amália e apelam à nossa Portugalidade.
São Fantásticos, um verdadeiro trabalho de joalharia .



Outra das peças da Joana que me fascina é a NOIVA

Noiva
, obra emblemática de Joana Vasconcelos, é um lustre com 4,7 metros de altura e 2,20 metro na sua largura máxima, feito com 14 mil tampões. A obra assenta na fusão de dois símbolos de ostentação burguesa: o lustre e a noiva – «a mulher transformada em bibelot», esclarece a artista.
Os tampões apelam à «decadência do conceito de perfeição imaculada do branco; apontam a hipocrisia da imagem da noiva pura», no entender de Joana Vasconcelos.




Nos próximos posts continuarei a mostrar imagens desta exposição.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Arte


Apesar de viver num apartamento modesto e das condições financeiras nunca terem sido brilhantes sempre me preocupei em decorá-lo de forma equilibrada sem recorrer a objectos kitchs. Daí ter optado por usar peças antigas que herdei e com as quais me identificava ou me traziam à memória recordações várias.



Os quadros são a forma mais comum de preencher o vazio das paredes, neste campo nunca fui tentada a adquirir cópias previamente emolduradas que se encontram à venda por todos os lados e comuns a muitas casas.

Enquanto não consegui ter alguns originais, preenchi as paredes com pratos centenários que herdei,quadros bordados que eu própria fiz, também tive emolduradas várias das rosetas de croché feitas pela minha avó e mãe e como a minha sogra pinta em porcelana também pelas minhas paredes passaram algumas das suas criações.



Desde que comecei a criar o meu Lar que a intenção era preencher as paredes com originais de criadores desconhecidos que tentam a sua sorte num mercado onde se é difícil vingar, apesar de desconhecidos os preços nem sempre estiveram ao alcance da minha bolsa daí que nunca tenha conseguido fazer grandes aquisições.

Há uns anos comprei uma tela pintada a óleo a um amigo que considero ter grande qualidade artística mas, por razões que agora não me apetece explicar, nunca teve um percurso sustentável e nunca teve o reconhecimento que merecia.
As prioridades cá em casa eram outras e o investimento na Arte ficou sempre relegado para 2º plano.


Como diz o ditado "quem não tem cão caça com gato", resolvi eu própria pintar telas para preencher o espaço vazio,houve uma época em que fui muito produtiva e muito incentivada para o fazer, quem destas coisas percebe e tem formação, achava que tinha jeito para a coisa e que nesta arte devia investir.Foram muitas as telas que pintei em acrílico e muitas delas estão espalhadas pela casa dos amigos, e a pedido ainda vendi algumas.
Fui incentivada a expor mas nunca tive coragem. Muitas telas virgens e muitos tubos de acrílico esperam por nova oportunidade, mas como já repararam agora ando a explorar outros mundos.



Para que este post não fosse muito monótono só com texto intercalei-o com fotos ( muito mal tiradas por sinal) de desenhos da minha filha feitos a caneta de feltro e em páginas do seu Moleskine e foram um presente muito especial, que aguardam ser emoldurados.

Hoje nas minhas paredes já se encontram pendurados alguns originais quase todos de artistas Algarvios, Sidónio,Raul Bivar,uma serigrafia trabalho conjunto de Daniel Vieira e Eduardo Coutinho e Zé Laginha.

Mas foi através da net e dos blogs que leio tenho vindo a descobrir novos talentos e muita criatividade a preços compatíveis com a minha bolsa, a dificuldade tem sido em conseguir adquiri-las, pois quando delas tenho conhecimento já não se encontram disponíveis.
Deixo-vos as fotos das primeira aquisições que fiz e que espero que sejam as primeiras peças de uma, enorme colecção que acredito valorizarão com o passar do tempo.

São ilustrações em técnica mista de grande qualidade estética.


A peça de cima " Vida de Flores e de Pássaros "é da autoria da Rute Reimão e é fruto da minha inabilidade com os computadores. Passo a explicar, quando me decidi comprar a 1ª peça à Rute recorri ao seu Flickr e ao álbum das peças disponíveis e.... enganei-me a referenciá-la no email que lhe mandei, não era esta a peça que queria mas sim outra, contudo a minha filha gostou bastante e resolvi ficar com ela. Além disso a Rute fez-me uma tela muito especial e outras ilustrações se seguirão.



Esta é da Alexandra Neto e é uma das suas Julietas, uma figura a quem a Alexandra dá vida com alguma regularidade.

Por último " Vida de Gato ", uma ilustração do Ricardo

E para terminar este enorme post deixo-vos um pedido:

Comprem obras dos Novos Talentos .

Todos nós temos a obrigação de promover e incentivar os novos talentos.No Mercado da Arte nem sempre é possível chegar às peças que nos fascinam, devido aos elevados preços praticados, contudo encontram-se peças muito bonitas a preços muitas vezes mais baixos do que uma mera reprodução comprada numa qualquer vulgar loja de decoração.