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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ela é moça de gangas....


Fiz um talego à Alexandra mas foi à irmã que o entreguei, pois a Alexandra vive em Lisboa e eu em Faro. A Mónica, que eu não via desde criança, achou imensa graça ao talego, daí que a Alexandra me tenha pedido para lhe fazer um. Perguntei que cores é que ela gostaria e tive como resposta: ela é moça de gangas....
E assim nasceu  um talego em ganga reciclada e tecido 100% algodão, espero que ambas gostem.
Eu gosto e vocês?

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Tesouros reciclados II





































A renda deste naperon, estava rota em vários sítios, e como podem ver na foto, tinha no centro um buracão.
Custa-me muito deitar coisas bonitas fora, por isso, tentei dar uma nova reutilização a este naperon.
Cortei as pontas, cujo tecido estava sem buracos cosi-os sem a renda, pois esta estava toda desfeita.
Fiz um forro vermelho de forma a realçar o bordado aberto do tecido e usei um tecido de flores para fazer o  folho e desta forma nasceu .... mais um talego.
Com os restinhos que sobraram, ainda consegui fazer uma bolsa de alfazema.





quarta-feira, 17 de maio de 2017

Tesouros reciclados






































Cresci vendo estes naperons em cima dos móveis nas casas da familia. Lembro-me deles ainda em casa da minha avó, mais tarde em casa da minha mãe e por fim  também os usei em minha casa.

Acho o desenho lindíssimo apesar de ser simples e até muito fácil de bordar.

O centro era em pano branco, a barra era azul a combinar com as flores, mas de tanto serem lavados, já mal se notava a cor.

Se fizer as contas, vejo que têm quase 100 anos de uso intenso.

Apesar de estarem cheios de buracos, e de terem o pano muito delido (nas fotos não se consegue ver bem mas estavam cheios de pequeninos buracos), não os conseguia jogar fora.

Espaço, é coisa que não abunda por aqui, e hoje fiz uma escolha dos panos e paninhos que ao longo dos anos herdei. Não consegui livrar-me de muitos mas, os que estavam em mau estado tive de eliminá-los, no entanto não consegui jogar estes fora sem antes tentar dar-lhes novo uso.

Não foi fácil cortá-los no entanto, dos  bocados que estavam em melhores condições ainda consegui fazer umas bolsas de alfazema.

Não sei quanto tempo mais irão durar, pois o pano está muito frágil, mas desta forma  ainda vou continuando a  deliciar-me com os bordados que a minha avó fez há quase 100 anos.