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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Canelas ou Bobinas?


Sabem porque razão habitualmente se chama canela às bobinas da máquina de costura?
Em minha casa e em casa das minhas tias e avós sempre ouvi chamar canelas e nunca bobinas.


Até hoje, era nesta caixa que as guardava, foi-me oferecida com linhas de vários tipos e imensas canelas, adaptei-a para as poder ter todas juntas, desenrascava mas nem sempre funcionava pois os separadores saiam do sitio e na maioria das vezes era difícil fechar a caixa.
Quando há uns anos vi num site estas caixas pensei logo em comprar algumas, contactei a loja que as vendia mas não enviavam por correio, embora a loja fique na zona da grande Lisboa fica  fora dos meus circuitos  daí  a compra ter  ficando adiada.
Já as tinha procurado noutras retrosarias mas nunca com sucesso, estas acabaram por ser compradas por acaso pois, quando fui recentemente à Arco Íris a Metro a ideia era ir ver  tecidos e já estava de saída quando as vi.
Quando pedi 3 caixas a Sra olhou para mim com uma ar bastante admirado e perguntou-me: Para que quer tantas caixas? Cada caixa leva 25 canelas.
De facto parece estranho, mas hoje verifiquei e tenho mais de 100 canelas,  não comprei nenhuma, umas ofereceram-me outras herdei.
Como não as vou jogar fora resta-me guardá-las da melhor forma.

E... 3 caixas não chegaram pois ainda ficaram por arrumar estas e mais algumas que descobri depois de tirar as fotos.


domingo, 2 de dezembro de 2012

Linhas e mais linhas IV


A última caixa para escolher e separar continha....


não 15 caixas/gavetas como disse no 1º post desta saga, mas 19, e ainda  mais 4 caixas maiores.
Desta vez a separação foi mais fácil, o "emaranhado" era menor, mesmo assim ainda tive de separar as meadas inteiras dos diversos cartões de linhas e separar as cores que estavam misturadas.


No final voltei a ter vários sacos cheios de linhas de bordar e....


todas estas meadas, na maioria intactas. Como estiveram muito tempo dobradas dentro daquelas pequenas caixas estão ligeiramente vincadas.


Quando abri o último saco estava exausta e farta de escolher linhas, mas faltava tão pouco e tinha de acabar. Foi o que fiz, a bateria da máquina também estava cansada e por fotografar ficou parte do conteúdo deste último saco.


Neste  último saco  estavam mais algumas meadas completas de Zephirwolle Orchidee e estes cartões que a foto mostra, tinha mais algumas  linhas de croché, linhas de bordar, pequenos restos de tecido  e alguns trabalhos incompletos, um deles com umas flores já bordadas e  muito bonitas, que  tenho pena  não vir  acompanhado do esquema, pois era bem  capaz de arregaçar as mangas e tentar acabá-lo.
Junto, também encontrei vários fracos com missangas, uma caixa cheia de alfinetes outra de agulhas de crochét, dedais, agulhas de bordar, uma fita métrica e várias tesouras, algumas parecem de brincar.

Tenho tudo guardado em caixas, separado em sacos, por cores e qualidades agora há que dar-lhe um Final Feliz.

Estou cansada de tanta linha e tanta cor mas feliz por ter levado a cabo esta empreitada.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Linhas e mais linhas III


 A saga continua. Este é o recheio do 3º saco.


Lá dentro, linhas de croché coloridas


Linhas de croché finíssimas nº 60 e de espessuras mais grossas, como podem ver bastantes novelos estão intactos. ( para ajudar a separar tudo isto tive de recorrer a uma mesa de campismo,lol)


Descobri um tesouro, assim que a vi o coração começou a bater forte. Eu gosto de coisas vintage  e se   logo me apaixonei pela caixa ....


quando a abri fiquei muito feliz por lá dentro estarem carrinhos de linha de madeira quase intactos.


Mais um tesouro. Linha "Carta" da Coats & Clark, Lda, com a respectiva cinta e uma embalagem de linha "Cabra", ambas vintage.


E...claro linhas de coser, casear ,em seda, etc, etc.
Estas foram directamente para junto da minha já grande colecção, também ela herdada da minha mãe na sua maioria.


Também no meio destas linhas encontrei estas amostras.


Esta é a a caixa que irei arrumar assim que acabar de publicar este post.
Para além dela ainda há mais dois sacos por abrir.

continua......

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Linhas e mais linhas II


Levei quase um ano até me decidir abrir os sacos e ver o seu conteúdo agora não consigo parar.
Neste post vão poder ver o que descobri no 2º saco que abri. Como podem ver o emaranhado é semelhante ao do anterior.



No meio de toda esta confusão de linhas  aparecem coisas curiosas como estas pequeníssimas amostras feitas com linha finíssima, que me fizeram recuar à infância.
Cresci vendo a minha avó a fazer croché, actividade que iniciou como fonte de rendimento quando  apanhar malhas de meias  deixou de "render" à medida que as meias se tornaram mais baratas, isto  numa altura em que não havia pensões de reforma.
Lembro-me muito bem dela fazer naperons com esta linha super fina, e lembro-me que usava uma dedeira para que a agulha, cuja barbela era também ela muito fina, não lhe furasse os dedos.
E também me lembro que à custa de muito esforçar os olhos com estes trabalhos acabou por ter de ser operada às cataratas.
A minha mãe também fazia bastante croché mas era por prazer e uso próprio, eu nunca quis aprender. Agora, arrependo-me e muito de não o ter feito com quem sabia e tratava esta arte por tu. Por um lado ainda bem pois os meus olhos também não gostam muito e a graduação que tenho já é bastante alta.




Novelos intactos de linha "Mercer Crochet 100 e 60", linhas "Âncora" de espessuras várias, meadas de linha, enfim, uma panóplia de espessuras em tons branco e beije.



O conteúdo destes sacos levam-me a pensar que a sua proprietária tinha preocupação em arrumá-los por tons, pena que só estes sobreviveram arrumados. Se todo o conteúdos dos muitos sacos que herdei assim estivessem, esta minha tarefa seria muito mais fácil.



Estas fotos mostram um artigo que desconhecia, são meadas de fio 100% lã da marca Zephirwolle Orchidee de origem alemã e,  tanto quanto consegui descobrir  numa breve pesquisa no google e  com a ajuda da Isabel Freire, servem para bordar tapeçaria em lã. Tanto quanto percebemos já não se fabricam e são um verdadeiro artigo Vintage.
Há medida que no meio da confusão de linhas e lãs iam surgindo os cartões com a lã, devidamente numerados, separava-os para uma bandeja.



Depois separei-os por cores.



e seguindo o mesmo critério do dia anterior com o fio de algodão, separei-os por sacos.
Só que há medida que ia fazendo esta separação fui descobrindo meadas completas de todas as cores e tons a maioria delas com a cinta original. As que não tinham cinta e estavam um pouco desenroladas voltei a enrolar.



Roxos, bordeaux, rosas, laranjas e amarelos


Roxos, liláses, rosas fuxia, e rosas claros.


Azuis, castanhos,cinzas e verdes.
Ao todo são 163 ( salvo erro) meadas completas.


Aguardem pelos próximos capítulos porque como diz o ditado: "A procissão ainda vai no Adro", pois ainda tenho mais 3 sacos e uma enorme caixa cheia com este tipo de materiais.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Linhas, linhas e mais linhas



Já nem sei há quanto tempo tinha esta tarefa adiada mas, seguramente há quase um ano.
Quando os nossos amigos sabem que gostamos de trabalhos manuais vêem em nós potenciais consumidores de artigos que lhes vão parar às mãos e não sabem que uso lhes dar, e em vez de os jogarem fora oferecem-nos.
Foi o que aconteceu a este amontoado de linhas que vêem nas fotos.
A Sra. a quem pertenceram, bordava lindamente Goblain / Meio Ponto. Quando faleceu e a casa foi desmanchada, acabei por herdar linhas e mais linhas. Foram vários os sacos que uma das suas filhas me deu, dentro de alguns deles  percebi logo que havia linhas de croché e essas, tratei de as dar à minha sogra, porque croché ainda só sei fazer os quadrados de lã




Fiquei com outros que por estarem fechados não dava para ver que tipo de linhas continham. 
Só hoje quando abri um deles e o despejei, literalmente, em cima da mesa me apercebi que linhas são e a que fim se destinam.
No meio do desespero que é desmanchar a casa de família todas estas linhas foram atiradas para dentro de sacos de plástico acabando por se emaranharem todas.




Foi uma tarefa que fiz pensando sempre que a sua anterior proprietária haveria de gostar de as ver de novo arrumadas e prontas a serem usadas.




No meio de toda esta  confusão de linhas descobri muitas meadas completamente intactas, algumas delas ainda nas caixas de origem.




As meadas completas juntei-as em caixas.




As outras que  estavam enroladas em pedaços de cartão, com o respectivo nº de tinto registado, separei-as por cores e guardei-as  dentro de sacos de celofane transparente  e para já estão dentro duma caixa grande de cartão.
Esta 1ª fase ficou concluída, mas.....






































...como podem ver por esta  última foto,  ainda tenho algum trabalho a fazer, tenho  15 destas gavetas cheias de linhas para separar por cores e arrumar e penso que há  mais alguns sacos de plástico para abrir. ( como não os tenho em casa não sei exactamente o que ainda irei descobrir).

E agora?  o  que faço as estas  linhas se não bordo Goblain?



terça-feira, 6 de outubro de 2009

Folhos e ....



Começa a ser recorrente, dar um salto à outra margem do Guadiana em dia feriado.
Não que por lá abundem as retrosarias, mas é lá que as saias das Jovévinhas ganham folhos.



Aproveitei para repor o stock de feltros azuis e de botões mini.



E não resisti a comprar mais uns tecidos . Popelines, cambraias e piquets.


sábado, 3 de outubro de 2009

Feltros



Parece uma pasta de arquivo e...é uma pasta de arquivo mas de....



Feltros.
Tenho fama de ser exageradamente arrumada, acontece que numa "casca de noz" se não se for criteriosa na arrumação o caos instala-se e é difícil viver-se.

Tenho tido os feltros guardados numa capa plástica mas de cada vez que os usava irritava-me, pois queria tirar uma cor e tinha que tirar tudo.



Há dias numa visita aos "nossos amigos" Chineses vi lá estas pastas e fez-se luz.
Estas pastas são fantásticas para este fim, têm várias divisórias A4 excelentes para as folhas de feltro, com a vantagem de abrir em fole e podermos tirar a cor que vamos utilizar sem ter de desarrumar as restantes.



Depois de fechada arruma-se lindamente numa gaveta e convive sem conflitos com os restantes materiais.
Boa ideia não?

quinta-feira, 11 de junho de 2009

10 de Junho



Apesar de estarmos em plena época balnear e o dia estar óptimo para ir a banhos, resolvemos ir ao estrangeiro, he!he!

Se bem me lembro, desde o século passado que não visitava nuestros hermanos no dia de Portugal.
Era prática corrente, invadirmos o País vizinho no 10 de Junho e no 1º de Dezembro.
Esta prática foi abandonada, a partir do momento que os nossos supermercados começaram a vender as iguarias que costumávamos lá ir buscar, as bolachas Príncipe, os caramelos, o Turrón, as gomas, os amendoins, os patés La Piara, os espargos e tantas outras. As viagens para ir à Zara também deixaram de fazer sentido.

Como já não temos que estar em bicha para apanhar o barco, e à distância de 45minutos, lá fomos.

Sem qualquer interesse em visitar os supermercados que, há anos, fazia o nosso regresso a casa parecer noite de Consoada, resolvi procurar retrosarias.
Só encontrei uma, onde comprei os folhinhos da foto, para as saias das Jovévinhas. Também comprei feltro verde, bem mais barato, irá servir para fazer......

Comprei 2 quadrados de 90cm.

O que irá sair daqui???

Vamos lá ser sinceros, depois de uma "caña"( será que se escreve assim?) e de umas tapas de Jámon, acabámos no supermercado, tinha que trazer Horchata de Chufa e Cidra das Asturias.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Como arrumar os galões

Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce....
Assim dizia Pessoa!

Cá em casa a frase é:
Eu quero, nós inventamos, o V. Faz....



Um rolo de cartão, ( daqueles que vêem com o papel de impressão), uma tira de fita cola dupla face.



Uma cruzeta ou mais

Adicionar imagem


Um torno, e a força do homem da casa para revirar as pontas da cruzeta.




E cá está a nossa invenção para arrumar os galões, de forma a estarem sempre visíveis.
A ideia, de os enrolar nos canudos de cartão foi minha, queria poder vê-los todos e queria que não se vincassem, enrolados é a melhor forma de os manter direitos.
Depois surgiu a necessidade de os guardar queria suspende-los mas não sabia como, foi aqui que entrou o Prof. Pardal, alcunha que em tempos teve dada pelos alunos.



E para que não apanhem pó basta cobri-los com um tapa fatos, não sei se é o termo correcto mas...