terça-feira, 16 de março de 2010

Mantas de Minde


O inverno tem sido super rigoroso, muita chuva e muito frio, enquanto o sol não aquecer em força as casa continuarão frias e húmidas.
Há muito que nos habituámos aos edredons, as mantas foram relegadas para as velhas arcas das tias e das avós, situação que em muito contribuiu para o encerramento das nossas excelentes fábricas artesanais, onde estas eram confeccionadas em velhos teares com excelentes lãs e com padrões muito característicos. Um exemplo que ainda resiste graças empenhamento do Sr. Elias Raposo, segundo apurei, são as Mantas de Minde que aqui hoje mostro um exemplo.


Estou fora do ninho a 300km de casa a dar colinho à R., ontem à noite o serão foi preenchido a ver " The day after tomorrow ",não sei se por sugestão provocada pelo filme, que diga-se não achei nada de especial, se por estar mesmo muito frio, não consegui adormecer sem antes ir à arca buscar a manta de Minde que lá aguardava para me aquecer.



Tenho dois exemplares destas mantas, oferecidas por quem delas não gostava e não sabia o que lhes fazer. Provavelmente tê-las-ei salvo de morte certa.
Há muito que as aprecio, acho que podem ser utilizadas de todas as maneiras, como tapetes, como cortinas, como colchas, em ambientes rústicos ficam lindamente e claro como manta é essa a sua função e foi essa função que me proporcionou uma noite de sono bem aconchegada.

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